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Coligação dá a largada para a vitória

Os candidatos majoritários da Coligação PMDB-PDT-PT-PR-PSC-PCdoB reuniram-se ontem à noite,no Diretório Estadual do PMDB, em Curitiba, para unificar a organização da campanha, programar as agendas dos candidatos e distribuir tarefas para as coordenações regionais da frente. Participaram também da reunião deputados federais, estaduais e dirigentes dos partidos coligados.Depois dessa reunião, Osmar Dias, Roberto Requião, Gleisi Hoffmann, Rodrigo Rocha Loures reuniram-se com os coordenadores regionais da coligação e militância, no auditório do PMDB. Mais de 800 pessoas ouviram os candidatos majoritários fazer uma forte conclamação à unidade e à vitória. Para o candidato do PMDB ao Senado, Roberto Requião, os campos da disputa estão claramente delimitados . “De um lado, os que servem ao Estado e ao seu povo; de outro, os que se servem do Estado e de seu povo para o próprio benefício. De um lado, as políticas públicas do Lula e do Paraná; de outro, os pregadores do Estado mínimo, das privatizações, do arrocho salarial, de entrega do país”.Requião pediu ainda a uma “campanha fechada” em torno da coligação. “Com lealdade, com fidelidade vamos não apenas eleger o governador, os dois senadores como também fortes bancadas na Câmara Federal e na Assembléia Legislativa”.Em seu discurso, Gleisi Hoffmann disse que a vitória da coligação é certa porque ela tem “um projeto de Estado e de Nação que corresponde àquilo que os brasileiros desejam” e também porque os candidatos da frente “são os mais preparados para governar o Paraná e ajudar um futuro Governo de Dilma Roussef”. Esse também foi o tom da fala do candidato a vice-governador Rodrigo Rocha Loures: “Ninguém mais do que os integrantes desta chapa conhece o Paraná, e nenhum outro candidato representa com tanta precisão os interesses de nossa gente”.Por sua vez, o candidato a governador Osmar Dias afirmou que a unidade da coligação “está soldada” na defesa das políticas públicas da saúde, da educação, dos programas sociais, da isenção de impostos, da geração de empregos, da agricultura familiar, do combate à pobreza, da inclusão social, do estímulo à produção. E acrescentou: “Fica proibido se falar em venda de empresa pública. Elas vão continuar servindo o interesse dos paranaenses e isso não se negocia”.Osmar reforçou o apelo à unidade da coligação e à fidelidade a todos os seus candidatos. “Não admito que se abra a chapa para o apoio a outras candidaturas”.Requião, Osmar, Gleisi, Rodrigo pediram ainda aos partidos da frente “firme apoio à candidatura de Dilma Rousseff”.

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