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A nova saúde do PR: 44 hospitais e 300 clínicas da mulher e da criança

A nova saúde do PR: 44 hospitais e 300 clínicas da mulher e da criança

Nova Esperança, 10-12-09 – Clínica – O governador do Paraná Roberto Requião, visitou a nova Clínica da Mulher e da Criança, em Nova Esperança, noroeste do Estado. Foto: Arnaldo Alves / AENotícias.

Os setes anos de Governo Requião deixam um legado histórico para a rede de saúde pública do Paraná. Desde 2003, o Estado garantiu cerca de R$ 10 bilhões em investimentos no setor. Recursos destinados a 44 novos hospitais, 224 clínicas de atendimento à mulher e à criança (prontas até o final do ano), 416 ambulâncias adquiridas para os municípios, outras 116 para o Site, 80 micro-ônibus para o transporte de pacientes, medicamentos para atender 68 mil pacientes, e à compra de equipamentos para a infraestrutura dos novos hospitais. Isso sem contar as dezenas campanhas de prevenção e combate a epidemias.

Com tamanho esforço e trabalho, aos poucos os resultados vão aparecendo. A mortalidade infantil, por exemplo, caiu de 16,7 por mil nascidos vivos em 2002 para 11,7 por mil nascidos vivos em 2009. Decisivo para essa queda foi o programa “Nascer no Paraná: Direito à Vida”, da Secretaria de Estado da Saúde, que consiste em oferecer acompanhamento para a mãe e para a criança, desde o pré-natal até o primeiro ano de vida do nenê.

Outro avanço: o número de leitos de Unidade de Terapia Intensiva cresceu 74% no Estado nos últimos sete anos. Especificamente UTIs neonatais, o aumento foi mais significativo ainda: 89%. De 169, passou para 320. Os investimentos no Programa Leite das Crianças, em saneamento básico e a política estadual de vacinação somam-se, maciçamente, às iniciativas que contribuem para a melhora nos indicadores de saúde.

Novos hospitais 100% SUS O maior programa de ampliação da rede de saúde pública da história do Paraná inclui a construção, ampliação ou reforma de 44 hospitais, em todas as regiões do Estado, e a implantação de pelo menos 300 clínicas da saúde da mulher e da criança.

Todas unidades modernas, com o que há de mais avançado em equipamentos, e que tem recebido pessoal concursado, capacitado. “E tudo 100% SUS [Sistema Único de Saúde]”, conforme tem ressaltado o candidato ao Senado Roberto Requião.

Os hospitais, à medida em que as obras vão sendo concluídas, começam a funcionar gradativamente – iniciando-se pelos atendimentos mais simples e, aos poucos, passando pelas práticas mais complexas. Foi e tem sido assim, por exemplo, com o Hospital Regional de Ponta Grossa, o de Francisco Beltrão, o de Paranaguá, o de Guaraqueçaba, o Zona Norte e o Zona Sul de Londrina, o Centro de Tratamento de Queimados, também de Londrina, o Infantil de Campo Largo e o Centro de Reabilitação Ana Carolina Moura Xavier, em Curitiba.

De acordo com informações da Secretaria de Estado da Saúde, das clínicas de saúde da mulher e da criança, 99 estão concluídas, outras 47 em construção, 72 tiveram suas obras recém-iniciadas em 75 já têm suas obras autorizadas. Cada uma representa investimento em torno de R$ 400 mil, entre obras e equipamentos, e ainda repasse de R$ 8 mil mensais por unidade, para custeio.

Jornal A Nova Saúde do Paraná

Hospital Regional do Sudoeste em Números

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